Ficou com limitação
Dificuldade de força, movimento, ritmo, permanência em pé, carga, pinça, visão ou audição.
Se ficou dor, perda de força, limitação ou sequela depois de um acidente, o caso precisa ser organizado. Trabalhar novamente não significa que a análise acabou.
O cliente muitas vezes acha que “se voltou a trabalhar, acabou”. Não é bem assim.
Dificuldade de força, movimento, ritmo, permanência em pé, carga, pinça, visão ou audição.
A alta pode encerrar a incapacidade temporária, mas não elimina automaticamente a análise da sequela.
Exames, laudos, cirurgia, fisioterapia e afastamento ajudam a reconstruir o caso.
Não basta dizer que sente dor. O atendimento precisa entender como a sequela mudou sua capacidade para a função que você exercia.
O Raio-X ajuda a não começar pelo argumento errado.
É preciso explicar a limitação funcional e como ela afeta a atividade.
Retorno ao trabalho não encerra sozinho a análise da sequela.
Sem histórico, o primeiro passo pode ser reconstruir documentos médicos.
Faça o Raio-X da sequela e envie para a equipe um resumo com acidente, função, documentos e histórico no INSS.