Sofreu acidente?

Voltou a trabalhar, mas não voltou igual?

Se ficou dor, perda de força, limitação ou sequela depois de um acidente, o caso precisa ser organizado. Trabalhar novamente não significa que a análise acabou.

Atendimento em todo o Brasil Sede em Pitangueiras/SP

Sinais de que vale investigar.

O cliente muitas vezes acha que “se voltou a trabalhar, acabou”. Não é bem assim.

01

Ficou com limitação

Dificuldade de força, movimento, ritmo, permanência em pé, carga, pinça, visão ou audição.

02

Teve alta do INSS

A alta pode encerrar a incapacidade temporária, mas não elimina automaticamente a análise da sequela.

03

Existe histórico médico

Exames, laudos, cirurgia, fisioterapia e afastamento ajudam a reconstruir o caso.

Checklist da sequela

O Raio-X precisa ligar acidente, tratamento e limitação.

Não basta dizer que sente dor. O atendimento precisa entender como a sequela mudou sua capacidade para a função que você exercia.

AcidenteQuando, onde e como aconteceu.
FunçãoO que você fazia antes e depois.
Prova médicaLaudos, exames, cirurgia, fisioterapia e relatório.
INSSAuxílio-doença, perícia, alta e carta de decisão.

Erros que fazem o caso parecer fraco.

O Raio-X ajuda a não começar pelo argumento errado.

“Só sinto dor”

É preciso explicar a limitação funcional e como ela afeta a atividade.

“Voltei a trabalhar”

Retorno ao trabalho não encerra sozinho a análise da sequela.

“Não guardei nada”

Sem histórico, o primeiro passo pode ser reconstruir documentos médicos.

Próximo passo

Sofreu acidente e ficou diferente?

Faça o Raio-X da sequela e envie para a equipe um resumo com acidente, função, documentos e histórico no INSS.

Fazer Raio-X da sequela
Raio-X