Jundiaí e região

Advogado trabalhista em Jundiaí e região.

Coluna que trava no meio do turno, ombro que não levanta mais o palete, joelho que cede depois de anos subindo e descendo de empilhadeira. Na região de Jundiaí, o corpo cobra a conta de um jeito específico — e a empresa, muitas vezes, responde com demissão em vez de acerto correto ou reconhecimento do acidente.

Atendimento digital para Jundiaí e região Sede em Pitangueiras/SP
Contexto local

Onde a carga passa, a coluna paga.

Jundiaí é um dos principais polos logísticos do estado. O corredor das rodovias Anhanguera e Bandeirantes trouxe para a região centros de distribuição, transportadoras e terminais de carga que empregam moradores de Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira e Jarinu.

O trabalho ali é de movimentação: separação de pedidos, carga e descarga, paletização, empilhadeira e transpaleteira, conferência e direção de caminhão. É esforço físico repetido em ritmo cronometrado, muitas vezes em turno noturno, piso duro e câmara fria. O resultado se repete nos atendimentos da região: hérnia de disco lombar e cervical, lesão de manguito rotador, problema de menisco, esmagamento de mão em máquina e queda na doca. Some o acidente de trajeto de quem pega rodovia de madrugada ou fretado no escuro, e a alta rotatividade típica de operação em pico sazonal, que costuma deixar rescisão mal calculada.

ColunaHérnia de disco, protrusão, lombalgia e cervicalgia ligadas a levantamento de peso e vibração de máquina.
Ombro e joelhoLesão de manguito rotador, bursite e problemas de menisco por elevação repetida e subir/descer de equipamento.
Trauma em operaçãoEsmagamento, fratura e amputação em empilhadeira, doca, porta-palete e esteira.
Turno e trajetoEscala noturna, revezamento e acidentes no percurso pelas rodovias da região.

Em que a JRC atua para quem é de Jundiaí.

Cada situação exige uma prova diferente. O que costuma derrubar o caso não é a falta de direito, é a falta de organização do que já existe.

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Acidente de trabalho e doença de coluna

Na logística, o acidente típico convive com a lesão formada em anos de carga. Quando a hérnia aparece no exame, a empresa costuma alegar causa degenerativa. A discussão está no detalhe: peso movimentado, frequência, altura de pega, tempo de exposição e histórico de afastamentos. A CAT pode ser emitida pelo próprio trabalhador quando a empresa não emite, conforme o art. 22, §2º da Lei 8.213/91.

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Estabilidade acidentária

Quem se afasta por acidente de trabalho ou doença ocupacional equiparada e recebe auxílio-doença acidentário tem garantia de emprego por 12 meses após a alta, conforme o art. 118 da Lei 8.213/91, reforçada pela Súmula 378 do TST. Demissão em centro de distribuição logo após o retorno de afastamento é uma das situações mais comuns na região e pode ser questionada.

03

Acidente com empilhadeira, doca e carga

Esmagamento, queda de altura, tombamento de carga e prensamento em porta-palete. Além da comunicação do acidente, a apuração de falha de treinamento, sinalização ou manutenção de equipamento pode abrir discussão sobre responsabilidade do empregador, à parte da esfera acidentária.

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Limbo previdenciário

Situação frequente em centro de distribuição: o INSS dá alta e o médico do trabalho não libera o retorno porque o cargo exige carregar peso. O trabalhador fica sem salário e sem benefício, às vezes por meses. Há caminho jurídico, mas depende de registrar por escrito a alta e a recusa de retorno.

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Auxílio-acidente

Devido quando resta sequela permanente que reduz a capacidade para o trabalho habitual. Quem voltou ao setor com restrição de peso ou movimento perdido no ombro pode se enquadrar. É indenizatório e tem natureza acidentária, conforme o art. 86 da Lei 8.213/91, distinta do auxílio por incapacidade temporária.

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Verbas rescisórias e demissão irregular

Aviso prévio, 13º e férias proporcionais, FGTS com multa de 40%, horas extras de turno noturno e adicional de hora noturna não pagos. TRCT atrasado além do prazo legal gera multa do art. 477 da CLT. Comum em operação com alta rotatividade e escala apertada.

Como funciona o atendimento digital.

Feito para quem trabalha em escala, turno noturno ou revezamento e não consegue sair no horário comercial.

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Você manda a sua situação

Pelo WhatsApp, quando der. Texto, áudio ou foto do documento, sem precisar do nome técnico do direito envolvido.

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A equipe organiza os documentos

CAT, atestados, exames de imagem, prontuário, ASO, PPP, CTPS digital, holerites, TRCT e descrição de função. Esse conjunto sustenta o nexo entre a função e a lesão, e o valor correto da rescisão.

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Você recebe a orientação

Explicamos o caminho possível, a ordem dos passos e os prazos envolvidos. Sem promessa de resultado. Assinatura eletrônica e acompanhamento à distância.

Atenção a prazos. A ação trabalhista prescreve em 2 anos contados do fim do contrato, alcançando os últimos 5 anos de créditos. Demissão recente, acidente não comunicado ou corte de benefício abrem prazos que correm contra você. Busque orientação logo, conosco ou com advogado de sua confiança.

A empresa diz que minha hérnia de disco é degenerativa, não do trabalho. Isso encerra o caso?

Não encerra. A degeneração discal é comum, mas a discussão trabalhista e acidentária é sobre o agravamento e o nexo com a atividade. Condição preexistente que piora por levantamento de peso, vibração de máquina ou postura forçada pode ser reconhecida como doença ocupacional equiparada a acidente de trabalho. Decide a prova: descrição real da função, peso movimentado, exames em sequência e afastamentos anteriores.

O INSS me deu alta, mas o médico da empresa não me libera para voltar. E agora?

É o chamado limbo previdenciário, uma das situações mais frequentes em centro de distribuição. O primeiro passo é documentar: guarde a comunicação de alta do INSS e peça por escrito o parecer da medicina do trabalho que impede o retorno. Com as duas recusas registradas, há caminho para discutir o pagamento do período e o destino do vínculo.

Sofri acidente com empilhadeira e voltei a trabalhar. Ainda tenho o que discutir?

Pode ter. Retorno ao trabalho não significa que a análise acabou. Se ficou sequela permanente que reduz a capacidade para a função habitual, como perda de força, restrição de peso ou limitação de movimento, cabe discutir o auxílio-acidente, indenizatório e de natureza acidentária. Havendo falha de segurança na operação, também é possível discutir a responsabilidade do empregador.

Fui demitido pouco depois de voltar de um afastamento por acidente. Isso é normal?

Não necessariamente. Quem recebeu auxílio-doença acidentário tem estabilidade de 12 meses após a alta, conforme o art. 118 da Lei 8.213/91, e a Súmula 378 do TST estende essa proteção também a certas doenças ocupacionais equiparadas a acidente de trabalho. Demissão dentro desse período pode ser questionada, e é uma situação recorrente em operação de centro de distribuição.

Vocês atendem também Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira e Jarinu?

Sim. O atendimento é digital e cobre Jundiaí e as cidades vizinhas. Vale ser transparente: a JRC Advocacia não tem escritório físico em Jundiaí. A sede fica na Rua Guaianazes, 195, em Pitangueiras/SP. Como o processo trabalhista tramita eletronicamente e a maior parte dos atos ocorre à distância, isso não atrapalha o andamento do caso.

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Entenda o seu caso antes de decidir.

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Quer chegar organizado? Faça o Raio-X de acidente de trabalho ou de auxílio-acidente, ou veja as demais frentes em direito trabalhista.

Jundiaí e região

Manda o que aconteceu, mesmo fora do horário comercial.

A equipe lê, organiza os documentos e responde se existe caminho. Sem promessa de resultado.

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