Acidente em obra de montagem
Queda de altura sobre estrutura de caldeira, colapso de andaime ou plataforma durante a instalação ou a manutenção dentro de usina de outro município.
Atendimento digital para quem trabalha em Piracicaba, Rio das Pedras, Saltinho, Charqueada, Capivari, Limeira e Rio Claro — inclusive para quem passa semanas montando equipamento em usina de outra cidade. Conte o que houve pelo WhatsApp e a equipe organiza os documentos e o caminho possível.
Isso separa a cidade de outros polos industriais e muda o tipo de acidente que costuma acontecer por aqui.
Piracicaba concentra, há décadas, fabricantes de equipamento pesado para o setor sucroenergético — caldeira, moenda, estrutura metálica —, ao lado de fundições e oficinas de solda que vivem desse mercado. Ao contrário de um polo que só monta linha de produção dentro do galpão, aqui boa parte da mão de obra sai da fábrica pronta a peça e vai até a usina de outro município instalar, testar e fazer manutenção.
O deslocamento muda o risco. O montador sobe em estrutura de caldeira em altura, entra em espaço confinado para soldar por dentro do equipamento, respira fumo de solda em ambiente fechado e passa semanas hospedado perto da obra. O acidente, quando ocorre, é fora de Piracicaba, e quem atende primeiro é o hospital da cidade da usina.
Rio das Pedras, Saltinho e Charqueada formam o entorno canavieiro mais próximo, com trabalhador rural exposto a calor e agrotóxico. Capivari, Limeira e Rio Claro completam o raio de quem chega até a JRC vindo desse eixo metal-mecânico e sucroenergético do interior de São Paulo.
Situações recorrentes entre quem fabrica em Piracicaba e monta em usina de outros municípios.
Queda de altura sobre estrutura de caldeira, colapso de andaime ou plataforma durante a instalação ou a manutenção dentro de usina de outro município.
Intoxicação, queimadura ou mal-estar dentro de equipamento fechado durante soldagem, inspeção ou reparo em condição de baixa ventilação.
Quando nem a empregadora nem a tomadora do serviço registram o acidente ocorrido fora de Piracicaba, o próprio trabalhador pode emitir a CAT, conforme o art. 22, § 2º, da Lei 8.213/91.
Ruído de oficina e de campo ao longo de anos de montagem, apurado por PPP, LTCAT e audiometrias seriadas.
Doze meses de garantia no emprego após o retorno do afastamento acidentário, previstos no art. 118 da Lei 8.213/91 e na Súmula 378 do TST.
Rescisão ao término do contrato de montagem, discussão sobre horas de deslocamento até a obra e readaptação de função sem respeito à restrição médica.
Em obra de montagem é comum existir subcontratação: uma empresa fabrica ou instala o equipamento e presta esse serviço para a usina, dona do local. A empregadora, que assina a carteira, tem a responsabilidade principal pelo acidente, mas a Súmula 331, IV, do TST admite que a tomadora — a usina que contratou a montagem — responda de forma subsidiária pelos débitos trabalhistas quando a empregadora não tiver patrimônio suficiente. Guardar contrato de trabalho, crachá de acesso à obra e ordem de serviço ajuda a montar esse quadro desde a primeira conversa.
Materiais gratuitos e triagens que ajudam a organizar o caso antes da conversa.
Acidente em obra ou na fábrica: CAT, contrato, quem é a empregadora e quem é a tomadora.
Sequela que sobrou depois da alta: laudo, perícia e se voltou a soldar ou montar com limitação.
Fim de contrato ou de obra: verbas, deslocamento e documentos pro primeiro atendimento.
Textos informativos do blog da JRC, escritos em linguagem direta e com base na legislação.
Não tem sala aberta em Piracicaba. A base fica na Rua Guaianazes, 195, em Pitangueiras/SP, a cerca de 100 km dali, no mesmo eixo do interior paulista. O atendimento é digital, por WhatsApp, telefone e e-mail, com o processo tramitando de forma eletrônica do início ao fim.
Em obra de montagem existe a empregadora, que assina a carteira, e a tomadora, dona da usina onde o serviço acontece. A responsabilidade principal é da empregadora, mas a Súmula 331, IV, do TST admite que a tomadora responda de forma subsidiária pelos débitos trabalhistas quando a empregadora não tiver como arcar com eles. Crachá de acesso à obra, ordem de serviço e contrato de trabalho ajudam a identificar quem pode ser cobrado.
Pode ser. A perda auditiva induzida por ruído, comum em quem solda e monta equipamento pesado por anos, é equiparada a acidente de trabalho quando há nexo com a exposição ocupacional. O art. 21-A da Lei 8.213/91 pode presumir essa relação, com prova apoiada em PPP, LTCAT e audiometrias seriadas.
Depende de como acontece. Depois da reforma de 2017, o art. 58, § 2º, da CLT deixou de considerar automaticamente como jornada o percurso até local de difícil acesso quando a empresa fornece condução, mas se você continua à disposição durante o trajeto, cumprindo ordem ou aguardando definição, pode existir hora extra a apurar.
Sim. Entrar em espaço confinado para soldar ou reparar equipamento é situação de alto risco na montagem industrial, e mal-estar, intoxicação por fumo de solda ou queimadura nessas condições costumam ser acidente de trabalho típico. A CAT precisa ser emitida, e vale registrar se havia autorização de entrada e equipamento de proteção adequado.
Segunda a sexta, das 8h às 18h. Mensagens fora do horário são respondidas no próximo dia útil. Se preferir ligar, o número é o mesmo: (19) 98226-8158.
Conteúdo informativo, sem promessa de resultado. Cada caso depende dos documentos e das provas apresentadas.
Se você se acidentou montando equipamento fora da cidade, entrou em espaço confinado, perdeu audição na solda ou não sabe se a CAT saiu, pode haver prazo correndo. Vale procurar orientação o quanto antes.